Após polêmica sobre Padroeira do Brasil, entidade evangélica acusa Lula e aliados de promoverem "guerra religiosa" - BLOG DO GERALDO ANDRADE

Após polêmica sobre Padroeira do Brasil, entidade evangélica acusa Lula e aliados de promoverem "guerra religiosa"

 

Foto: Reproduçã/YouTube/Silas Malafaia


O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) publicou, nesta segunda-feira (28), uma nota nas redes sociais acusando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aliados de promoverem “guerra religiosa”.



“Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião“, declarou a entidade evangélica na nota de repúdio.


O texto, publicado pelo pastor Silas Mafaia, acusa Lula e aliados de disseminarem notícias falsas sobre a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.


A nota foi publicada após o boato de que o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida seria retirado ganhou força nas redes sociais e passou a ser associado ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O senador, por sua vez, negou que tenha qualquer projeto ou intenção de alterar o título da santa.


As publicações que ligam Flávio Bolsonaro à mudança citam, na verdade, o Projeto de Lei (PL) 2.623/2007. A proposta foi arquivada pela Câmara dos Deputados em 22 de agosto de 2008.





O projeto pretendia mudar a Lei nº 6.802/1980, que estabelece o feriado nacional de 12 de outubro em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. O texto propunha substituir, na legislação, a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. A alteração não acabava com o feriado. A proposta também previa trocar a expressão “culto público e oficial” por “homenagem oficial” à santa.



Confira a nota completa

O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), entidade que reúne mais de 10 mil pastores de diversas denominações, repudia com veemência a utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos.


Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião. O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), entidade que reúne mais de 10 mil pastores de diversas denominações, repudia com veemência a utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos.


Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religiAa