Ministro Flávio Dino pedirá ao STF a prisão de mais 50 golpistas; Pâmela Bório e outros paraibano estão na mira - BLOG DO GERALDO ANDRADE

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Ministro Flávio Dino pedirá ao STF a prisão de mais 50 golpistas; Pâmela Bório e outros paraibano estão na mira

 

foto: reprodução

Passada a fase da prisão em flagrante de golpistas em Brasília, o ministro da Justiça, Flávio Dino, pedirá ao STF que autorize 50 novos pedidos de prisão de pessoas que tiveram relação com os ataques à sede dos três poderes neste domingo. Cerca de 1.500 pessoas foram detidas em flagrante entre domingo e segunda pelas autoridades. No caso da Paraíba alguns patriotas golpistas que foram destacados na grande mídia com imagem publicada participando dos atos em Brasília. O nome da ex-primeira dama da Paraíba, Pâmela Bório, está na mira das investigações do Ministério da Justiça.


Dino explicou que agora novos pedidos de prisão preventiva e temporária serão feitos pela PF a Alexandre de Moraes no STF. “As prisões em flagrante já se encerraram, foram mais de mil, na a maior operação de polícia judiciária da nossa história. Agora entramos na nova etapa, dos pedidos de prisão temporária e pedidos de prisão preventiva. Hoje a PF deve fazer em torno de 50 pedidos para que tenhamos a resposta adequada aos acontecimentos”, disse ele nesta terça-feira, em entrevista para a GloboNews.


De acordo com o ministro, a PF também está na cola dos financiadores dos atos. Há a suspeita, segundo ele, da participação de empresários do setor do agro, colecionadores de armas e atiradores das regiões Sul e Centro-Oeste. Neste primeiro momento, informou, a polícia está identificando quem contratou os ônibus que levaram os golpistas a Brasília.


Em mais uma ofensiva contra grupos bolsonaristas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proibiu qualquer tipo de bloqueio ou ação que afete o trânsito em vias no país. A decisão teve como objetivo conter a ameaça de uma enorme manifestação a favor de Jair Bolsonaro, 




Fonte: Polêmica Paraíba

Créditos: Polêmica Paraíba