MP quer saber do ex-prefeito de Triunfo Damísio sob o desaparecimento dos cofres públicos de R$ 88 mil - BLOG DO GERALDO ANDRADE

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

MP quer saber do ex-prefeito de Triunfo Damísio sob o desaparecimento dos cofres públicos de R$ 88 mil



O ex-prefeito de Triunfo no Sertão da Paraíba, Damísio Mangueira será investigado pelo Ministério Público da Comarca de São João do Rio do Peixe, acusado de “sumir” com a importância de R$ 88.573,42 quando Gestor.

No Inquérito Civil Público de nº 044.2019.000414, instaurado no dia 08 de outubro de 2019, a Promotora, Dra. Flávia Cesarino de Sousa, representante do MPE, quer saber se há a possível prática de atos administrativos cometidos, em tese, pelo ex-Prefeito do Município de Triunfo, Damísio Mangueira da Silva, consistente no fato de constar, na transição de gestões municipais, um valor em caixa elevado manutenção de elevado saldo em caixa sob a guarda da Tesouraria Municipal, no montante de R$ 87.567,53, tendo, a nova gestão, recebido, apenas, R$ 246,20 (duzentos e quarenta e seis reais e vinta centavos).

O atual prefeito, José Mangueira que inclusive é primo de Damísio apresentou defesa em acórdão do Tribunal de Contas do Estado, aonde aponta a responsabilidade para Damísio que teria deixando “estouro de caixa” de R$ 87 mil.

Em defesa já divulgada, o ex-prefeito, Damísio diz que se trata de um erro contábil que é comum em administração pública, quando, por um equívoco técnico, despesas não são lançadas na tesouraria, como é o caso de doações em espécie para compra de alimentos a pessoas carente (pequenas feiras), compradas em comércios locais ou mesmo na cobrança de ISS (imposto sobre serviços) de pequenos prestadores de serviços que recebem o pagamento de forma integral e gera saldo fictício pelo não desconto do imposto.

Essas explicações serão certamente confirmadas por Damísio quando foi chamado a presença da autoridade, no caso, a Promotora, Dra. Flávia Cesarino de Sousa que vai querer saber mais detalhes do sumido do dinheiro público que poderia ser usado para investimento na saúde, educação, e desenvolvimento social, desaparecer dos cofres do tesouro municipal sem que fossem reveladas as razões.



Fonte: Repórter PB